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Parque histórico Nacional de Guararapes

O Parque Histórico Nacional dos Guararapes, localizado no Município de Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana de Recife, Pernambuco, foi criado em 1971 e abrange uma área de 224,40 hectares. No seu interior estão localizados os Montes Guararapes, tombados em 1965 pelo Presidente Castelo Branco, e palco de um dos mais importantes episódios da História do Brasil: as Batalhas dos Guararapes.

Os Montes Guararapes testemunharam a vitoriosa luta contra a dominação holandesa no Nordeste e, pela vez primeira, o surgimento da manifestação do sentimento de pátria pela união de portugueses, brasileiros, negros e índios contra o invasor do solo brasileiro.

Aí foram travadas duas batalhas, a primeira em 19 de abril de 1648 e a segunda em 19 de fevereiro de 1649, abrindo-se o caminho para a rendição definitiva do invasor e sua saída do Brasil em 1654, após assinatura da rendição na Campina do Taborda, em 26 de janeiro de 1654, pondo fim a 30 anos de guerra contra a Holanda.

Sobre a importância deste sítio histórico, Pedro Calmon, em trecho retirado de sua palestra nas comemorações do Tricentenário das Batalhas dos Guararapes e publicado pela Revista do Arquivo Estadual de Pernambuco escreveu :

”Foi nos Montes Guararapes há trezentos anos. A maior das batalhas. O supremo desafio. O duelo mortal do invasor com o filho da terra, do estrangeiro e do nativo, da poderosa opressão e da liberdade heróica”.



Os Montes Guararapes têm um enorme significado, tanto para o País como para o Exército, e a sua preservação e revitalização inserem-se entre as mais importantes iniciativas no campo cultural no Brasil.

Nas duas batalhas dos Guararapes escreveu-se a sangue o endereço do Brasil: o de ser um Brasil só e não dois ou três. O de ser um Brasil fraternalmente mestiço, na raça e na cultura, e não outra República Sul-Americana asperamente nativista ou agressivamente ante-européia". (trecho do discurso pronunciado por Gilberto Freire, então Deputado Federal, na Câmara Federal, em 1948).


A Fundação Cultural Exército Brasileiro (FUNCEB), no ano de 2004, acolhendo a iniciativa do Comando Militar do Nordeste (CMNE) que, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), estabeleceu o Plano de Revitalização do Parque Histórico Nacional dos Guararapes, elaborou e submeteu `a aprovação do Ministério da Cultura o Projeto Cultural Parque Histórico Nacional dos Guararapes.

O projeto, já aprovado, conta com os benefícios fiscais proporcionados aos eventuais parceiros concedidos pela Lei Rouanet e está estruturado em três módulos.

O Módulo 1 prevê a construção de um complexo arquitetônico, no Morro do Oitizeiro, composto de um museu, um auditório e um restaurante.

O Módulo 2, concluído no ano 2006, destinou-se a dotar o Parque Histórico Nacional dos Guararapes de uma sede para a sua administração, de um novo mirante e de um estacionamento. O projeto contou com patrocínio da BASF S/A.

A construção de um anfiteatro para 3.000 (três mil) pessoas está prevista no Módulo 3.

Para a construção dos Módulos 1 e 3, a FUNCEB busca patrocínio.

O Plano de Revitalização do parque prevê, ainda, o seu reflorestamento e projetos paisagísticos e de sustentabilidade.

A Fundação Cultural Exército Brasileiro orgulha-se de, mais uma vez, poder exercer a sua vocação estatutária e compartilhar com mais esta iniciativa do Exército Brasileiro de revitalizar o Parque Histórico Nacional dos Guararapes


A Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres. A capela que lhe deu origem foi construída em ação de graças pelas duas vitórias alcançadas pelos luso-brasileiros, nas batalhas travadas contra os holandeses, no século XVII

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