Brasília, DF -
Espaço Cultural
"Monumentos, Museus,
Bibliotecas,Fortalezas.
Descubra as maravilhas da
nossa História".
Forte
de Copacabana

Ocupando uma área total
de 114.169 m2 , o Forte de Copacabana foi inaugurado em 1914,
sendo então considerada a mais moderna praça de guerra da América do
Sul. Construído em forma de casamata, com 40.000 m2 de área
e12m de espessura em suas paredes externas, o forte contava com canhões
alemães Krupp, alojados em cúpulas encouraçadas e móveis. Dotado de
usina elétrica própria, depósitos de víveres e munição, refeitório,
cozinha, alojamentos e enfermaria, serviu como Unidade de Artilharia e foi
palco de acontecimentos importantes de nossa história, como o
"Dezoito do Forte". Atualmente, abriga o Museu Histórico do Exército,
aberto diariamente à visitação pública.
Ingresso R$ 3,00 Tel(s) (21) 2522-6263
2521-1032 - Fax.: 2522-4460 email: mhex/fc@ig.com.br
Fortaleza
de Santa Cruz

Em 1555, Villegaignon improvisou uma fortificação para a defesa da entrada da Baía de Guanabara. Tomada por Mem de Sá dois anos mais tarde, foi ampliada, recebendo o nome de '' N. Sra. Da Guia '', origem da fortaleza de Santa Cruz. Com uma área construída de 7.153 m2 , passou por reformas e teve seu poder de fogo ampliado por ordem do Vice-Rei Conde de Cunha, visando a proteger o embarque de ouro de Minas Gerais, feito no Porto do Rio de Janeiro.
A Fortaleza de Santa Cruz participou de momentos importantes de nossa história, impedindo invasões francesas e holandesas. Enquanto presídio, recebeu figuras ilustres como José Bonifácio, Bento Gonçalves e Euclides da Cunha.
Durante a revolta da armada, lutou contra o Forte de Villegaignon. Em 1922, na Revolta Tenentista, disparou contra o Forte Copacabana. Seu último disparo, contra o cruzador Tamandaré, foi dado em 1955.
Forte
do Vigia (Duque de Caxias)

Construído entre
1776 e 1779, por ordem do Vice-Rei, Marquês do Lavradio, o Forte do Vigia
cruzava fogos com o Forte de Copacabana e terminava sua linha de defesa com um
portão de pedra até hoje existente na Ladeira do Leme. O Alferes Joaquim José
da Silva Xavier, o Tiradentes, ali serviu em 1789, como integrante da
Companhia de Dragões de Minas, que então guarnecia a fortificação.
Reformado pelo Capitão Augusto Tasso Fragoso em 1895, passou a ter o nome de
Forte do Leme, recebendo, a partir de 1918, oito obuseiros gigantes Krupp
(280mm), de origem alemã. Em 1935, recebeu o nome de Duque de Caxias por
decreto de Getúlio Vargas. Desativada a fortificação em 1965, passou a ser
constituir nas instalações do Centro de Estudos de Pessoal do Exército.
Fortaleza da Conceição
Está localizada no Rio de
Janeiro, no Morro da Conceição, desde 1711. Entretanto, suas obras só se
iniciaram em 1715 e foram concluídas em 1763. Nos anos seguintes, até 1767,
foram levantadas a armaria, a reserva de equipamentos e as oficinas. O
Vice-Rei Marquês do Lavradio, mais tarde (1769 - 1779), acrescenta obras de
defesa. Porém, em 1831, durante as Regências, foi desarmada. Durante o século
XIX, foi guarnecida com 14 peças e abrigou a Fábrica de Armas - subordinada
ao Arsenal de Guerra. Atualmente, é sede do Serviço Geográfico do Exército.
Foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em
1938.
Forte Barão
do Rio Branco

Localizado em Niterói e
também denominado Forte do Rio Branco, sucedeu à primitiva Bateria da Praia
de Fora ou da Vargem, que, em 1711, contava com seis peças, e, em 1730, com
24 peças. Em 1918, terminam as obras iniciadas pelo Marechal Hermes da
Fonseca, que constrói uma fortificação mais moderna na parte mais elevada
do terreno ocupado pelo Forte de São Luiz e Forte do Pico. O seu acervo
inclui quatro canhões de 150mm e uma área total construída de 5850 m2.
email.: 8gacosm@bol.com.br
Forte Tamandaré
( Forte
da Laje)

Também denominado Forte
Tamandaré da Guanabara. Em 1555, foi fortificado por Villegaignon, que ali
instalou a bateria Ratier, com duas peças. As condições atmosféricas e a
proximidade do mar foram fatores que contribuíram para o seu abandono, por
colocar sua guarnição e armamento constantemente em perigo. A partir da
metade do século XVII, sua reconstrução foi iniciada, entretanto suas obras
só foram concluídas no final do século XVIII (1779), pelo Vice-Rei Marquês
do Lavradio. No limiar do século XIX (1896), foram iniciadas obras de
modernização, com a estrutura principal e a montagem das cúpulas sendo
concluídas em 1901. Pesados canhões de 240mm e 150mm foram instalados em
1903, juntamente com canhões 75mm. Em 1953, como forma de homenagear a
Marinha de Guerra, o Exército alterou sua denominação de Forte da Lage para
Forte Tamandaré. Foi desativado em 1997.
Informações: Tel (21)
2519-5580 e 2519-5599
Forte do Imbuí
Com 2.400 m2
de área construida, o Forte do Imbuhy teve sua construção iniciada em
1863. Tinha a função de ligar-se com outros fortes da área, para proteger a
entrada da Baía de Guanabara. Em 1877, as obras foram paralisadas e, só a
partir de 1894, reativadas, com a decisão de dotá-lo com uma cúpula encouraçada
armada com dois canhões, além de duas torres com canhões de tiro rápido
Krupp. Inaugurado em 1901, o Forte passa atualmente por reformas visando a
permitir melhor acesso do público. Seu maior destaque é o mirante, que
oferece uma bela vista do Rio de Janeiro.
Fortaleza de
São João

A primitiva Fortaleza de São
João foi erguida por Estácio de Sá, fundador da cidade do Rio de Janeiro,
em 1565. Ampliada e reformada ao longo do tempo, entrou em serviço em 1618,
constituída por quatro baterias: São José, São Martinho, São Teodósio e
São Diogo. Desarmada durante a Regência, foi, por ordem de D. Pedro II,
inteiramente reformada em 1872, sendo equipada com 15 canhões Whitworth (75
mm), além de um obuseio anticarga, 20 outros canhões, 17 casamatas e 3
baterias. Tendo participado de importantes episódios da história do país, a
Fortaleza foi guarnecida por vários Grupos de Artilharia de Costa até 1991.
Ali funcionam, atualmente, o Centro de Capacitação Física do Exército e a
Escola Superior de Guerra. São oferecidas visitas guiadas para grupos aos sábados
e domingos.
Forte de São
Luiz

Sua construção remonta a
1567, com o estabelecimento de um posto de vigilância. A construção do
Forte só se iniciou em 1770, por ordem do Marquês do Lavradio. Em
1918, terminaram as obras iniciadas pelo Marechal Hermes da Fonseca, que
construiu uma fortificação mais moderna, localizada na parte mais elevada do
terreno. Foi denominado Forte Barão do Rio Branco em 1938. Seu acervo inclui
quatro canhões de 150mm e sua área construída é de 5.850 m2 . O
principal atrativo, no entanto, é a vista incomum do Rio de Janeiro e da Baía
de Guanabara.
Forte de
São Francisco Xavier da Piratininga
(Forte da Barra )

Conhecido,
também, por Forte da Barra, foi erguido a partir de 1702, para defender a
entrada da Baía de Vitória, sendo artilhado, inicialmente, com dez peças.
Na metade do século XVIII (1767), sua artilharia foi aumentada para quinze peças.
Em 1857, recebeu a classificação de 3ª Classe, tendo passado posteriormente
à Jurisdição da Marinha. Neste século já foi sede da Escola de Aprendizes
Marinheiros do Espírito Santo.
Forte
Marechal Hermes

Foi erigido no final do Século XIX pela nascente República, na ponta entre as praias e enseadas de Imbituba e das Conchas, em Macaé, próximo ao local onde no Século XVII se erguera o Forte Colonial de Santo Antônio de Monte Frio.
A primitiva fortificação, erguida a partir de 1613 na Enseada das Conchas, frente à Ilha de Santana, por ordem do Capitão-mor da Capitania de Cabo Frio, Constantino de Menelau, no início do Século XVIII, havia sido restaurada e artilhada com cinco peças, por ordem de Francisco de Castro Morais. Sofreu reparos sob o governo do Vice-rei Conde da Cunha (1763-67), passando a contar com sete peças, até ser desarmada durante o Segundo Império, 1859, por determinação ministerial. No ano de 1900, as obras do novo forte, de formato octogonal, ainda não estavam concluídas, sendo inauguradas apenas em 15 de abril de 1910. No ano seguinte, seria denominado como Forte Marechal Hermes. Foi considerado fora de serviço em 1954.
Informações: Tel (21) 2710-7840Forte de
Gragoatá

O Forte ou Fortaleza de Gragoatá,
chamado em épocas anteriores de Forte São Domingos, Gravatá, Caraguatá ou
Caracuatá, acabou com o nome atual em homenagem a uma planta abundante no
bairro de Gravatá. Foi erigido anteriormente a 1710, numa ponta de terra,
dominando a Praia de São Domingos, em Niterói. Sofreu reparos durante o
Governo do Vice-rei Marquês do Lavradio (1769-79). Desarmado em 1831, durante
a Regência, foi rearmado conservando oito peças em 1838, com uma guarnição
de 70 homens. Em 1863 foi reparado, ampliado e rearmado, conservando sua
artilharia ainda em 1893. Desarmado posteriormente, restam atualmente suas
muralhas e dependências, tombadas pelo Patrimônio Histórico em 1938.
Biblioteca do Exército/ Franklin
Dória
Praça Duque de Caxias, nº 25
- Centro - Ala Marcílio Dias - 3º andar
Cep 20221-260 - Tel. (21) 2519-5726 Fax. 2519-5569
Acervo: obras raras de referência e periódicos
Horário: de 2º a 5º feira, das 09:00 às 17:00 h - 6º feira, das 08:00 às
12:00 h
e-mail: bibliex@ism.com.br
Biblioteca General Benício
Praça Marechal Hermes
s/nº, - Vila Militar
Horário: de 2º a 5º feira, das 09:00 às 17:00 h - 6º feira, das 08:00 às
12:00 h
Acervo: obras gerais
Biblioteca Neomil Portela
Museu Histórico do Exército /
Forte Copacabana
Tel. (21) 2521-5584
Horário: de 2º a 5º feira, das 09:00 às 17:00 h - 6º feira, das 08:00 às
12:00 h
Acervo: obras gerais
Pantheon de Caxias
Praça Duque de Caxias, nº
25 - Centro - Ala Marcílio Dias - 3º andar
Cep 20221-260 - Tel. (21) 2519-5107 - 2519-5088
Entrada franca
Visitação: de 2º a 5º feira, das 10:00 às 16:00 h - 6º feira, das 08:00
às 12:00 h
Monumento Nacional aos Mortos
da 2º Guerra Mundial
Parque Brigadeiro Eduardo
Gomes - Aterro do Flamengo
Cep 20021-140 - Tel. (21) 2240-1283
Entrada franca
Visitação: de 3º a domingo, das 10:00 às 16:00 h
Museu Cartográfico do
Serviço Geográfico do Exército
5º Divisão de
Levantamento
Rua Major Daemon, nº 81 - Morro da Conceição - Centro
Cep 20081-190 - Tel. (21) 2223-2177 Ramal 217 - Fax (21) 2263-9035
Visitação: de 2º a 5º Feira: das 08:00 às 12:00 h e das 13:30 às 16:00
h;
6º Feira, das 08:00 às 12:00 h
Entrada franca
Museu da Força
Expedicionária Brasileira
Associação Nacional dos
Veteranos da Força Expedicionária Brasileira
Rua das Marrecas, nº 35 - Centro
Cep 20031-000 - Tel. (21) 2262-3609
Visitação: de 2º a 6º Feira: das 12:00 às 17:00 h
Entrada franca
Museu Militar Conde de Linhares
Av. Pedro II, nº 383 - São Cristóvão -
Cep 23515-010 - Tel. (21) 2589-9734 - (21) 2589-1683
Visitação: de 3º a Domingo, das 10:00 às 16:00 h
Durante a semana: visitas agendadas de colégios
Entrada franca
Museu Histórico do Exército e
Forte Copacabana
Praça Coronel Eugenio Franco,
nº 1 - Copacabana - Posto 6 -
Visitação: de terça a domingo ,
das 10:00 às 16:00 hs
Ingresso R$ 3,00 - Tel(s) (21) 2522-6263 - (21) 2522-4460
2521-1032
- Fax.: 2522-4460 email:
mhex/fc@ig.com.br
Museu da 2º
Guerra Mundial
Monumento Nacional
aos Mortos da 2º G.M
Parque Brigadeiro Eduardo Gomes - Aterro do Flamengo
Cep 20021-140 - Tel. (21) 2240-1283
Entrada franca
Visitação: de 3º a domingo, das 10:00 às 16:00 h
Museu do Arsenal de
Guerra do Rio de Janeiro
Rua Monsenhor Manoel Gomes,
nº 563 - Caju
Cep 20931-670 - Tel. (21) 2580-1680 Ramal 2119
Visitação: de 3º a 5º, das 08:00 às 16:00 h,
6º, das 08:00 às 12:00 h
Entrada franca
* Fonte (DAC)
Fundação Cultural Exército Brasileiro
Praça Duque de Caxias nº 25 - 5º andar (Ala Marcílio Dias)
Centro - Rio de Janeiro - RJ - Tel. (21) 2519-5352
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