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“Cadernetas de Rondon” agora disponível na Livraria da FGV
Parceria entre a Fundação Cultural Exército Brasileiro - FUNCEB - e a livraria da Fundação Getúlio Vargas garante a comercialização do livro, publicado pela FUNCEB em 2010.

Publicado em 2010 graças a um projeto da FUNCEB que teve o apoio da Fundação Habitacional do Exército e do Museu Histórico do Exército, o livro está à venda na Livraria da Fundação Getúlio Vargas e no Posto da BIBLIEX no Palácio Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

As Cadernetas de Rondon retratam o cotidiano das expedições do Patrono da Arma deComunicações, escritas entre os anos de 1895 e 1924.


Quem foi Marechal Rondon

Cândido Mariano da Silva Rondon, mais conhecido como Marechal Rondon (Santo Antônio do Leverger, 5 de maio de 1865 — Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 1958), foi um militar e sertanista brasileiro.

De origem indígena por parte de seus bisavós maternos (Bororó e Terena) e bisavó paterna (Guará), Rondon tornou-se órfão precocemente, tendo sido criado pelo tio e, depois de sua morte, transferiu-se para o Rio de Janeiro.

Em 1881 foi para a Escola Militar no Rio de Janeiro. Com autorização do Ministério da Guerra, Cândido Mariano da Silva incorporou o nome Rondon, em homenagem ao tio que lhe criou, Manuel Rodrigues da Silva Rondon. Nesse mesmo ano o Governo Imperial cria a Escola Superior de Guerra, para onde Rondon é transferido.

Marechal Rondon foi indicado componente da Comissão Construtora das Linhas Telegráficas, para explorar os sertões do Mato Grosso, no ano de 1892. Casou-se no dia 1 de fevereiro e partiu para Cuiabá com a esposa. Rondon passou a cuidar dos direitos dos índios. Sua tese era esta: "Matar nunca, morrer se necessário". Em 1906 o Presidente Afonso Pena o encarregou de ligar Cuiabá ao Acre, que havia sido incorporado ao País, fechando o circuito telegráfico nacional. Em 1907 descobriu o rio Jurema.

Efetuou uma expedição às margens do Amazonas junto com Teodore Roosevelt no ano de 1913. Tinha como objetivos obter material para o Museu de História Natural de Nova York e de fixar com maior precisão certos detalhes geográficos, além de definir o traçado definitivo do rio Roosevelt. Do ano de 1927 a 1930, foi responsável por inspecionar as fronteiras do Brasil, do Oiapoque até a divisa da Argentina com o Uruguai.

Criou o Serviço Nacional de Proteção ao Índio e foi elogiado em 1913 pelo Congresso das Raças em Londres, ressaltando que a obra de Rondon deveria ser imitada para honra da Civilização Mundial. Recebeu o título de Civilizador do Sertão, no ano de 1939 pelo IBGE, pelo trabalho realizado junto aos índios. Foi considerado grande chefe pelos índios silvícolas, e pelos civilizados Marechal de Paz. No ano de 1956 Rondon recebeu uma grande homenagem, foi dado ao Território do Guaporé o seu nome, que hoje é denominado Estado de Rondônia.
Cândido Mariano da Silva Rondon morreu no dia 19 de janeiro de 1958, no Rio de Janeiro

Serviço:
Livraria da Fundação Getúlio Vargas
Praia de Botafogo, 190 Botafogo CEP: 22250-900 Rio de janeiro - RJ Tel: (21) 3799-5536 Fax: (21) 3799-5537 site.livraria@fgv.br


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